Criando um ambiente asfixiado.
Tua áurea cor, venderam como a bênção
Entregue por um prato de guisado.
O teu azul tornaram tão cinzento
Que buscam escondê-lo com cimento.
O branco de tua paz que é fictícia
Verteu-se sangue, é caso de polícia.
A ti faremos novo pavilhão
Que represente com propriedade
A puta gente que teus filhos são:
São cúmplices, mas vivem como vítima;
São tais, que a ignomínia não os invade;
Sua cara é de pau, mas nunca queima.
Júnior Dinucci
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