sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Soneto Presidencial

Sofresses, presidenta, abactus venter
Não viveria este eterno ictus.
Submetes tua gente a infindos sustos,
Pairando todos sob a tecla enter.

Inveja causa tua macrobiótica,
Precedes aos avanços da robótica.
Abusas da quadrantanopsia
Do povo que teu luxo propicia.

Não estranhas nossa taciturnidade;
Disseste, afinal, só inverdade!
Não sei como não tens ulatrofia...

Deixaste o Brasil todo com bruxismo.
Teu rábido falar, teu palhacismo,
É causador de palanestesia.

Júnior Dinucci

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